Couve-flor é amor

Ando muito sem tempo para um dos meus passatempos preferidos: cozinhar. E como eu assino várias newsletters de blogs de culinária (adoro!), fico chateada por não colocar nadica em prática. Esses dias, recebi por e-mail essa receita aqui do ma-ra-vi-lho-so Pitadinha e babei. Achei simples, fofo, prático, perfeito para quando o noivo chega da pedalada noturna morrendo de fome e eu fico com dó dele comer pão-presunto-queijo (ou qualquer outra coisa pesada pouco indicada para quem vai dormir daí a meia hora).

Como ontem foi dia de uma passada rápida no supermercado (para comprar cravo e louro e tentar conter uma pequena invasão de traças-de-cereais na despensa, que resolveram fazer bacanal dentro do armário), aproveitei para colocar a receita em prática. Couve-flor no carrinho, parti correndo para casa para assar o souflé. Quando o noivo chegou, foi só o tempo dele esfriar do exercício e o quitute estava pronto. Posso falar? Sucesso total. Nunca tinha feito souflé na vida, porque achava requintado demais. Mas é tão facinho e delicado, que até se der errado vai ficar delícia. E ele comeu com vários “hummms” estilo Ana Maria Braga, enchendo meu coração cozinheiro de alegria. Faz aí!

Desculpa aí a foto de celular, mas não ia dar tempo de pegar a máquina de verdade  :)

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